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sábado, 2 de junho de 2012

SANTÍSSIMA TRINDADE



SANTÍSSIMA TRINDADELetra e Música: Pe. Zezinho SCJ
Senhor e Criador que és nosso DeusVem inspirar estes filhos teusEm nossos corações derrama tua pazE um povo renovado ao mundo mostrarás
Sentimos que tu és a nossa luzFonte do amor, fogo abrasadorPor isso é que ao rezar em nome de Jesus
Pedimos nesta hora os dons do teu amorSe temos algum bem, virtude ou domnão vem de nós, vem do teu favorPois que sem ti ninguémNinguém pode ser bomSó tu podes criar a vida interior
Infunde, pois agora em todos nósQue como irmãos vamos refletirA luz do teu saber e a força do quererA fim de que possamos juntos construir
E juntos cantaremos sem cessarCantos de amor para te exaltarÉs Pai, és Filho e és Espírito de paz
Por isso em nossa mente Tu sempre reinarásAmém, aleluia
Extraída do LP "Verdades que eu Rezo e Canto"P. 1977 - Paulinas-COMEP

quarta-feira, 30 de maio de 2012

AZUL DA COR DO MANTO DE MARIA

VÍDEO COM IMAGENS ORIGINAIS DE MINHA AUTORIA FILMADAS EM DIFERENTES MOMENTOS DA ROMARIA:


VÍDEOS DE AUTORIA DOS ÓRGÃOS DE JORNALISMO DA REGIÃO.

Fonte: Portal TCM - TV Cabo Mossoró

Fonte: PORTAL DO SANTUÁRIO DO LIMA

            Confesso que eu meus 20 anos de vida, nunca tinha sentido uma emoção tão grande por parte dos fieis que se reuniram às três e meia da manhã na Praça da Matriz de São José em Mossoró, para tomarem seus carros, ônibus, vans e quaisquer outros transportes. Também aos de outras paróquias e os de outras cidades como Antônio Martins, José da Penha, Assu, Caraúbas e Apodi. Nós da Paróquia demoramos um pouquinho para sair, pois muitos chegaram em cima da hora e alguns deles até chegaram quase na hora de partir os transportes. Ainda buscamos um dos passageiros no bairro Nova Betânia. Ao partirmos, primeiramente um sono bateu, por estarmos ainda pela madrugada, eram ainda quatro e meia da manhã. O sol começou a nascer devagar e humildemente por entre as montanhas da paisagem que se via por entre a vegetação de caatinga das rodovias. Passamos por cidades vizinhas como Governador Dix-Sept Rosado, Caraúbas, Olho D’Água dos Borges e por fim, chegamos a Patu ainda um pouco sonolentos, mas a missão dali a pouco iria nos fazer despertar pra valer. Chegamos na pracinha da Matriz, onde caminhando por uma pequena via, paramos de frente à beleza que era a Matriz que ainda tinha uma torre-relógio, por sinal, funcionando. Atrás da Matriz, a montanha nos dava um toque de paisagem de cinema. No lado de dentro, muitas imagens, muitos motivos para entrar em contemplação, o que mais chamou atenção foi uma imagem de Nossa Senhora das Dores que muitas senhoras diziam ser Nossa Senhora dos Impossíveis. Do lado de fora, rezávamos o Ofício de Nossa Senhora que consta no livrinho-manual do Terço. Depois, todas as caravanas saíram em caminhada rumo ao pé da montanha. Algumas pessoas de idade mais avançada, impossibilitados de andar e eu, por exemplo, estava com um problema em um dos dedos do pé, segui até o pé da montanha na van. Quando descemos do carro, a procissão ainda estava longe. Então, juntamente com Dona Joana Dar’c, uma das muitas amigas da minha avó (também Joana), subimos rezando um Terço da Misericórdia chegarmos ao pórtico da entrada da passarela. Quando começamos a subir, eu ia na frente dela, mas sempre perto. A partr de certo momento, ela rapidamente ficou para trás, pois fechei os olhos e comecei a rezar, sinal pelo qual não estava pedindo forças, mas agradecendo cada passo (que aliás, é isso que devemos fazer, já que estamos ali pra pagar votos ou promessas, não precisamos mais pedir, mas agradecer cada passo dado). Ao passar da “ponte” que fica ao lado de uma pequena fonte muito bonita, comecei a escutar canções ecoando nos ventos, olhei para trás e vi um tapete azul de homens cantando e rezando a Nossa Senhora. Peguei a filmadora e abri as filmagens com chave de ouro. Chegando lá em cima, ajoelhei-me e agradeci a Deus pela subida. Voltei ao portal de pedra e fiquei sentado esperando a procissão. Depois de cinco minutos, eis que vinha humildemente a mãezinha em seu quadro amparada por três escudeiros. Alguns segundos depois, se iniciou uma procissão que durou quase quarenta minutos de gente chegando ao portal (sem exageros). Grande era a fé daquele povo. Muitos por motivo de saúde subiram nos táxis e nas motos que circulavam para cima e para baixo. Quando todos chegaram, deu-se um intervalo e começaram-se os ensaios do som no palco para o show. Comecei minha visita anual ao Santuário começando pelas feirinhas, onde pude adquirir duas imagens que precisava desde o Renascer em fevereiro, que me foram indicadas a comprar, um Sagrado Coração de Jesus e uma Nossa Senhora das Graças (esta imagem, quem leu o artigo sobre o RENASCER em Fevereiro vai entender), ambas a um preço bem acessível e a um bom tamanho, quase trinta e cinco centímetros cada uma. Por fim, passei na Livraria do santuário, onde adquiri alguns produtos para acentuar mais minha fé e na Pousada da Sagrada Família para comprar as senhas do almoço. Ao me dirigir para a quadra principal, havia começado a missa. Sentei-me no parapeito do paredão lateral esquerdo que possuía bancos de pedra lavrada. A missa correu como de costume. Logo depois iniciou-se o show, em dado momento dele tive que correr atrás do almoço, pois já tinha as senhas. A comida estava maravilhosamente preparada e todos os que comeram se fartaram. Ao terminar de almoçar, fui procurar Dom Mariano, que havia acabado também de almoçar e estava rezando na capela de baixo. Ao terminar, pedi que abençoasse as imagens e alguns livros devocionais que adquiri. Todos os anos tenho a honra de ter Dom Mariano sempre ao meu lado, no ano passado, ele se sentou calma e simplesmente ao meu lado na recitação do terço, este ano, eu estava de frente a ele e quando ele saiu, não se negou a abençoar não só as imagens e os objetos, mas pôs a mão em minha cabeça e disse “E a você também”. Aquilo me deu muito mais vontade de agradecer a Deus, pois todos os anos, nossos caminhos se cruzam, mesmo que de uma maneira inesperada, sempre fora das vistas alheias, mas nos encontramos. Por fim, foi realizado o sorteio da televisão destinada a esse fim cujo ganhador residia ali mesmo em Patu. Na hora da descida, Dona Joana, vendo que não iria aguentar, pegou com uma ou outra dificuldade um táxi para voltar e me levou junto, já que estava com dois pacotes e uma bolsa. Chegando lá em baixo, caminhamos até a van e partimos de volta a Mossoró, era quase uma hora da tarde. Saímos às uma e quinze de Patu, rumo a Caraúbas, pois alguns não haviam almoçado. Saímos de Caraúbas de duas e meia, chegando a Mossoró de vinte para as quatro da tarde. Esta foi uma romaria a ser lembrada. Rezemos pelas próximas para que sejam maiores e tragam mais bênçãos a cada um de nós. Deixo um vídeo para melhor ilustrar as cenas que vi nesta caminhada. Amém.

30/05/2012, dia de Santa Joana Dar’c

Pedro Augusto de Queiroz
Bacharelando do 5° Período de Ciências Sociais da UERN


sábado, 26 de maio de 2012

UMA PALAVRA DE AGRADECIMENTO

Com a apresentação do artigo à Turma de Catecumenato do Sábado, hoje (26), eu, Pedro Augusto agradeço a todos os que tiveram a "paciência" de lê-lo e mais ainda de ouvir as palavras deste modesto aspirante a sociólogo que tenta acertar o caminho que escolheu trilhar na grande escola chamada CATECUMENATO.


Agradecendo aos catequistas ANNA PATRÍCIA FREIRE e CAMILO BARROS


Mais uma vez agradecendo a oportunidade e deixando aqui o aviso de que a cada "RITO", "VIAGEM" ou até mesmo "EVENTO" eclesial que eu participar, deixo sempre um artigo.


APROVEITEM E LEIAM O ARQUIVO, POIS TÊM MUITOS OUTROS ARTIGOS MAIS SOBRE IGREJAS DO RN, SE ACHAREM INTERESSANTE.


ABRAÇOS...
Pedro Augusto de Queiroz
Bacharelando do 5° Período de Ciências Sociais da UERN

terça-feira, 22 de maio de 2012

MINHA FÉ QUASE ADULTA


Era para ser uma celebração como qualquer outra, mas terminou como um rito de passagem para uma maturidade cristã. Neste domingo, 20 de maio, Domingo da Ascenção do Senhor, houve a Missa do Domingo da Ascenção, mas junto a ela, houve também o rito de apresentação dos catecúmenos de 2012 da Paróquia de Santa Luzia. Todos os sábados no centro Catequético Monsenhor Humberto Bruening, a poucos metros da Catedral. Naquele ambiente posso dizer em nome da turma que aprendemos muitíssimas coisas que não conhecíamos acerca do mistério da Fé. De acordo com o casal de Catequistas como o qual, pela graça de Deus, estamos caminhando, Anna Patrícia e Camilo, aprendemos primeiramente que antes de ler qualquer fragmento da Bíblia, ou antes mesmo de nossas orações, é preciso invocar o Divino Espírito Santo. Confesso que Este é meu padroeiro, mas nunca tinha parado para pensar na possibilidade de invocar o “Consolador” para minhas orações. Para completar, também aprendemos que sempre nos encontros, ao contrário do que muita gente pensa ser só na missa, é preciso ficar de pé para ler o Evangelho em comunidade. No Centro Catequético, descobrimos a força de uma oração fervorosa, como a que encerra os encontros, pois a princípio das explicações, precisamos organizar pouco a pouco as ideias novas que para muitos de nós que não temos um estudo aprofundado da Bíblia, o que pode provocar timidez em alguns de nós, mas após minutos de reflexão, entendemos e sentimos cada vez mais vontade de aprender, porém esperamos pacientemente pela continuação da caminhada no próximo sábado. Como prova do aprendizado, muitos de nós já nos enturmamos um pouco na missa, mas isso é assunto para um pouco mais adiante. No sábado dia 19, foi a preparação para o primeiro rito, com a presença da catequista Gorete. Muitos dos que compareceram no sábado, não apareceram no Domingo, e por este motivo, estão desclassificados do Catecumenato. Estou começando a perceber o quão forte é a frase do Pe. Zeno Hastenteufel, que dizia tudo no simples título de seu livro: “Crisma, a grande opção” (1978 – Edições Paulinas). Ser amigo de Cristo é perigoso, mas compensa uma vida inteira. No sábado, às dezessete horas, aprendemos mais sobre a Palavra de Deus, e talvez a mensagem que mais tenha ficado não foram as leituras em si, embora sejam mais importantes do que a própria aula, mas a mensagem que foi o divisor de águas foi o pedido da catequista: “Releiam essa passagem em casa e o papel com o roteiro do rito para decidirem com calma”. Muitos nem chegaram a entender o porque da insistência, mas depois de ver que os mais empolgados apenas estavam ali como eu, que há dois anos abandonei o primeiro catecumenato por achar que estava enfrentando uma crise de religião e teatralizando minha fé diante do Santíssimo em noites de domingo, a meu ver, erroneamente passadas. Como de Agosto do ano passado para cá me senti chamado a ser parte da Igreja novamente, decidi que levaria a sério esse negócio de catecumenato, só não imaginei que arranjaria o melhor dos padrinhos e dos amigos nesta época da minha vida, logo um consagrado (ou noviço, como ele mesmo me corrige). Quando amanheceu o domingo, estávamos às oito da manhã na porta da Catedral, sentados nos bancos, esperando nossa vez de dizer Sim a Cristo. Percebe-se que estamos procurando alguém, mas a assembleia geral desconhecida quase não soube entender a grandeza do rito para nós, catecúmenos. Percebi no sábado ainda que muitos dos que estavam de cabeça baixa ou alegando um rosto sério, foram justamente os que não compareceram. Pudemos perceber isso no pequeno ensaio (em cima da hora) que foi feito sob supervisão do catequista Aristeu que atua como locutor da Catedral. Senti orgulho por eles quando ouvi seus nomes ao microfone, era sinal de que estavam se comprometendo para uma missão, pois o Batismo é o sacramento do Pai, a adesão ao rebanho de Deus, a Eucaristia é o Sacramento do Filho; quando a alma do Cristão entra em comunhão com o esposo da Igreja; e a Crisma é o sacramento do Espírito Santo, aquele a quem todos à Igreja envia. Durante a entrega dos crucifixos, olhei bem para cada um dos irmãos que o recebiam e aderiam para uma caminhada longa e cheia de buracos, também cheia de atalhos, mas que preferimos seguir pelo caminho reto, ele ainda está no meu pescoço e acho que só o tirarei quando receber o sacramento, pois antes dele eu carregava ao pescoço uma Cruz da Unidade, símbolo do movimento apostólico e mariano do qual faço parte, o Terço dos Homens, sendo ela também associada à Consagração à Nossa Senhora, o que de fato somos temos, só não passamos pelo rito, mas nos consideramos entregues à Mãezinha. Quando entramos no corpo da assembleia da missa, nos sentamos e acompanhamos a missa que demorou um pouquinho mais, mas tudo o que é com e para Deus não cansa a ninguém. O salmo que foi cantado apenas pelo coral era desconhecido de muitos, pois as canções de autoria do pernambucano Pe. Reginaldo Veloso são cantadas mais na Quaresma, quando não há uso de instrumentos, graças a Deus, eu tenho o LP original de 1979 que contém esta música e sabia cantá-la, pena que acho que era só eu da turma que a cantava. O ponto alto foi o momento da Paz de Cristo onde pudemos, literalmente, passear pela catedral para oferecer o “Abraço da Paz de Cristo” a nossos irmãos e irmãs do catecumenato, a nossos familiares, a nossos padrinhos (os que estavam lá), aos nossos catequistas, ao Padre Walter e a muitos outros atrás de nós. Naquela hora, conhecemos a estirpe do que é ser catecúmeno, anunciar onde estamos a Paz, enquanto Deus, em suas três pessoas, Pai, Filho e Espírito Santo nos preparam cada um segundo o seu nível do Sacramentário para anunciar a Sua Boa Nova. Ao final, entramos na Sacristia e encerramos com um Graças a Deus coletivo, que disse muito mais do que simplesmente Graças a Deus. Foi um prazer, imagino que para todos este primeiro momento, para mim foi. Agradecendo a Deus por este degrau que subo juntamente com todos eles. Agradeço também pela disposição dos catequistas, tanto da quinta-feira quanto do sábado, e enfim, mesmo que meu padrinho não tenha comparecido por estar servindo como acólito na sua paróquia, sei que estava em sintonia com minha fé, como ele deve sempre estar depois do recebimento do sacramento.

Este ano, encarei uma trinca que não esperava, pois fui apresentado como catecúmeno no Domingo da Ascenção, no domingo seguinte, como todos os anos, no Pentecostes, estarei no Santuário do Lima em Patu para a Romaria Anual do Terço dos Homens e no domingo seguinte, se Deus quiser, dia 3, será a festa da Santíssima Trindade, ocasião do meu aniversário, onde completo meus 20 anos de vida e espero serem os primeiros de amadurecimento da minha Fé.

22 de Maio de 2012,
dia de Santa Rita de Cássia

Pedro Augusto de Queiroz
Bacharelando do 5° Período de Ciências Sociais da UERN

sexta-feira, 4 de maio de 2012

UMARIZAL, TERRA DO CORAÇÃO DE JESUS


"A viagem para o município de Umarizal com o Terço dos Homens neste domingo último, dia 29, foi cercada de mágicas sensações e palavras que, se fossem colocadas em sentido de oração certamente convenceria a muitos de que Nossa Senhora estava sempre caminhando ao nosso lado. Querendo compreender o que nos aguardava, partimos de Mossoró perto das seis horas da manhã com eventuais paradas nos bairros mais afastados de Mossoró para embarque de passageiros que esperavam a “carona”. Como não tinha muito o que fazer e sem companhia para bater papo durante o trajeto, peguei a minha Liturgia das Horas e rezei a Laudes enquanto os homens se ajeitavam e faziam a chamada. Terminada a oração, cheia de salmos de júbilo, eis que começamos a desfiar um rosário. Paramos em Caraúbas para um rápido desjejum admirando o sol que nascia e se levantava (Graças a Deus). O Sol estava nascendo e aquecia a quem estava sentindo frio pelo ar-condicionado de elevada temperatura do veículo durante o resto do percurso. Dizem que uma cidade encanta à primeira vista, com Umarizal, esta afirmação perde parte de sua verdade, ela encanta todas as vezes que se quiser visitá-la. Descemos na entrada da cidade e nos demos de cara com um caminhão “lazarão” cujos altofalantes davam as boas vindas aos que chegavam de tantas outras paragens, Almino Afonso, Patu, Caraúbas, Pau dos Ferros e da própria cidade, os anfitriões já nos esperavam. O padre João Batista subiu ao palanque do caminhão e deu as boas vindas aos viajantes com um pequeno discurso. Logo após, o seminarista mossoroense Antônio Carlos Ferreira conduziu com músicas católicas e um terço rezado calmamente aos pouquinhos pelas ruas de Umarizal. Chegamos à porta da Matriz ainda no fim do 4° Mistério contemplado. Ficamos na praça para rezar o 5°. Após o Terço, formaram-se filas para o verdadeiro café da manhã composto por um pratinho com comida típica, fazendo disso um café da manhã reforçado. Teve gente que pegou o caminho da fila mais de uma vez de tão boa que estava a comida servida. Ao entrarem na Igreja e esperarem a programação da manhã, eis que chega num carro prata Pe. Ivonzéliton que até alguns meses atrás comandava como Pároco a Paróquia de São Manuel. Sua palestra abriu às dez horas a programação da manhã. Sua palestra girou em torno de literalmente uma “viagem” pelas páginas da Bíblia, pois tivemos que aprender a ver a Bíblia como um hipertexto que está cheia de pontes entre seus livros, o que fez da palestra um tanto cansativa e muitos acabaram não pegando o foco exatamente pela falta de suas Bíblias. O que ele quis explicar em suma foi a relação de Maria com o Apocalipse como a mulher que o dragão persegue no fim dos tempos e seus herdeiros na Terra. Logo após, tivemos alguns testemunhos e já estávamos preparados para a Santa Missa que foi celebrada ás 11 e meia por Pe. João Batista. A homilia sobre o Bom Pastor deixou a muitos com um sentimento de irmandade, pelo menos foi isso que nós que voltamos a Mossoró sentimos. A igreja em si, sustentada por seus arcos vermelho-branco, as cores da Divina Misericórdia, sendo ancorada pela devoção a seu padroeiro, o Sagrado Coração de Jesus é maravilhosa, em retábulos laterais se podem ver o Santíssimo, imagens de Santa Rita, Teresinha, Edwiges, Nossa Senhora Aparecida e um santo que eu jamais pensava ver fora do Santuário de Santa Clara aqui em Mossoró, um busto magnífico de São Tarcísio, por quem nutro uma devoção inexplicável. No centro do altar, o Coração de Cristo em tamanho natural adorna com girassois aos seus pés o ambiente. Acima de si, um crucifixo também em escala natural marca um altar católico, visto que muitas igrejas hoje estão ficando cada vez mais compactas de tão moderna que a liturgia está se tornando. Ao sairmos da Igreja, alguns foram atrás de mais comida, de sobra do café da manhã, já ia dar uma hora da tarde. Muitos de nós que estávamos de volta para Mossoró dentro de alguns minutos passamos na Casa Paroquial anexa, exterior à Matriz, onde pudemos revisitar a história do clero de Mossoró quase que por inteiro. Três dos retratos nos chamaram maior atenção, a primeira era um retrato na galeria dos párocos de Pe. Walter Collini, que atualmente comanda a Catedral de Santa Luzia, o templo da Diocese cuja atividade foi de 1973 a 1977 e devo confessar sua semelhança com Monsenhor Américo Simonetti (já falecido) numa versão de rosto que pouco ou nada lembra o pároco sereno que veio de Martins por designação de Dom Mariano logo após o falecimento de Mons. Américo; logo depois o pároco que atuou de 1977 a 1983 é nada mais, nada menos que o nosso Bispo Dom Mariano Manzana, quando ainda era Padre em 1977, na época ainda recém-chegado da Itália no Brasil em seu primeiro trabalho em terras potiguares, a terceira, uma foto de Irmã Maria José, mais conhecida como Irmã Zezé, uma das Irmãs Franciscanas que residem no Colégio Sagrado Coração de Maria em Mossoró, e desconheço qualquer ligação dela com a cidade, infelizmente não registrei este pedaço da viagem, pois já estávamos de saída. Paramos para almoçar novamente em Caraúbas e depois disso voltamos a Mossoró com mais uma recitação do Santo Rosário. Para quem quer descobrir a história do clero diocesano mossoroense, Umarizal é um bom ponto de partida. Recomendamos a visita e agradecemos a hospitalidade da cidade."

Pedro Augusto de Queiroz
Bacharelando do 5° Período de Ciências Sociais - UERN

sábado, 28 de abril de 2012

DIGAMOS QUE QUEREMOS QUE A LUZ DE DEUS JAMAIS SE APAGUE EM NÓS


SIM, EU QUERO, QUE A LUZ DE DEUS
Pe. José Weber SVD

Sim, eu quero, que a luz de Deus
Que um dia em mim brilhou
Jamais se esconda
E não se apague em mim o seu fulgor
Sim, eu quero que o meu amor
Ajude o meu irmão
A caminhar guiado por Tua mão
Em Tua Lei, Em Tua Luz, Senhor

Esta terra, os astros, o sertão em paz
Esta Flor e o pássaro feliz que vês
Não sentirão, não poderão jamais viver
Esta vida singular que Deus nos dá

Em minh’alma cheia do amor de Deus
Palpitando a mesma vida divinal
Há um resplendor secreto do divino ser
Há um profundo germinar de eternidade

Quando eu sou um sol a transmitir a luz
E meu ser é templo onde habita Deus
Tido céu está presente dentro de mim
Envolvendo-me na vida e no calor


Extraído do LP “Confirmados na Fé” – P. 1992 Comep
Todos os direitos reservados à Paulinas-Comep.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Dom Mariano na Basílica de Nossa Senhora Aparecida

Hoje, a cidade de Mossoró está vislumbrando um dia de muita alegria. Ao Vivo pela TV Aparecida, e para muitos que não têm acesso ao canal, pela Rede Vida de Televisão, e até mesmo pelas redes virtuais, o portal A12 do Santuário Nacional, o portal da Rede Vida e o portal da TV Aparecida que transmitiram a missa em tempo real, o nosso Bispo Dom Mariano Manzana, reunido na Assembléia Geral da CNBB, celebrou neste dia 24 de Abril em Aparecida do Norte a Missa em Sufrágio dos Bispos falecidos, em que se nota, em certo momento, Dom Mariano toca no nome do já falecido Dom José Freire, ex-bispo emérito de Mossoró. Foi realmente um momento de grande emoção para todos os mossoroenses que acompanharam e para todos os que estiveram lá em São Paulo, acompanhando, mesmo que de longe ou pela TV.

Extraído do Portal A12, apresentamos o vídeo com os momentos da Homilia proferida, apresentada aqui na íntegra. Aproveitem, e sucesso a Dom Mariano na CNBB.


Fonte: Portal A12, Assessoria do Santuário Nacional e TV Aparecida.